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ILHAS DA RIA DE AVEIRO:
Viagem pelo passado, tendo o futuro como incógnita

As grandes ilhas espalhadas pela Ria de Aveiro eram autênticas quintas que serviam para produção de sal e agro-pecuária. Hoje, são santuários de vida selvagem. Algumas das maiores estão à venda.

Ilha do Monte Farinha, Ilha da Testada, Ilha da Gaivota, Ilha do Poço, Ilha dos Ovos, Ilha do Rebocho; estas são as maiores e acessíveis apenas de barco. A Ilha do Puxadoiros é a única que preserva salinas activas a par da produção de ostras num espaço de turismo de natureza com alojamento.

As múltiplas ilhas dos grandes canais nasceram por força do emparcelamento de várias marinhas e dos pequenos canais aterrados. A maior e mais conhecida, a ilha do Monte Farinha, onde existem ainda construções, estende-se desde a frente de São Jacinto até à “casa abrigo”. De aí para Norte existem outras.

As ilhas possuíam salinas e zonas de pastagens. "Pela altura das sementeiras, acolhiam gado vacum e cavalar de povoações limítrofes da Ria. Os animais ficavam ali parte da primavera e do Verão, sendo recolhidos no outono", conta José Domingos Maia, médico nascido na Beira Mar, o bairro mais típico de Aveiro.

"O Monte Farinha teve um rebanho numeroso, que desapareceu afogado por uma inundação grande. A carne dos ovínos era extraordinária, por serem alimentados de pastos de água salobra", recorda ainda o profundo conhecedor da laguna.

Depois de abandonadas pelos criadores de gado em definitivo há cerca de 20 anos, as ilhas tornaram-se santuários de aves aquáticas, onde existem algumas colónias raras de passagem ou mesmo nidificação (patos, garças, flamingos, etc.).

Ilhas a partir de 43 mil euros até 3,5 milhões de euros

O caso mais conhecido é da grande ilha do Monte Farinha (540 hectares), que está há vários anos à venda. O preço mais recente é de 3,5 milhões de euros, mas o proprietário, um português radicado no Brasil, já chegou a pedir oito milhões de euros.

A Ilha do Poço, que chegou a ser utilizada para piscicultura, está à venda por meio milhão de euros. Com uma área de 74 hectares, embora sem acesso por via terrestre, beneficia da proximidade aos canais principais da Ria, nomeadamente à Barra do Porto de Aveiro.

Junto à antiga lota de Aveiro, uma salina com área de terreno de 70 mil metros quadrados custa 150 mil euros. O anúncio diz que é "óptima para empreendimento turístico e produtivo de peixes ou bivalves", possuindo licenças válidas.

Uma outra marinha de sal que pode ser usada para viveiro de peixe, no Canal de São Roque, com 4.500 metros quadrados, foi colocada à venda por 43 mil euros. Dispõe de acesso pedonal ou de barco e uma casa de apoio.

Fonte: Com Rádio Renascença

Nota da Administração do Porto de Aveiro (APA, S.A.) a esta notícia

Cumpre-nos alertar para o facto de só ser legítimo vender propriedades que os tribunais tenham reconhecido como privadas, isto é, que estejam ininterruptamente na posse de privados desde 1864; por outro lado, em caso de transacção, ao Estado assiste sempre o direito de preferência.
A APA, enquanto gestora de uma parte do domínio público hídrico, tem obrigação de chamar a atenção, ainda que de forma genérica, para estas condicionantes legais.

 




Data: 2017-05-06

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